IL RISVEGLIO DEL CADUCEO DORMIENTE: la vera genesi dell'Homo sapiens

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LA NUOVA CONOSCENZA

LA NUOVA CONOSCENZA

GdM

venerdì 7 marzo 2014

OLOCAUSTO NORD COREANO


del Dott. MIGUEL LUNETTA

João Pessoa-PB-Brasil

3 MARZO 2014

RIASSUNTO
Inseriamo in questo articolo qualche notizia tra le più dirompenti della stampa Internazionale sulle atrocità commesse dal regime dittatoriale di Kim Jong -un nella Corea del Nord. Ci sono notizie di sterminio, assassinio, schiavitù, tortura, persecuzione e stupro.
Si calcola che centinaia di migliaia di prigionieri politici sono morti nei campi di lavoro e segregazione negli ultimi 50 anni, eliminati gradualmente per fame, lavori forzati, esecuzioni, tortura, violazioni e ricusa del diritto di procreazione mediante castigo, aborto forzato e infanticidio.

IMMAGINI SATELLITARI COMPARATIVE 1996-2001. LA COREA DEL NORD E' UN PAESE CHE NON SI PUO' PERMETTERE L'ILLUMINAZIONE ELETTRICA MA HA UN MILIONE DI SOLDATI E ARMAMENTI DI OGNI GENERE, COMPRESA LA BOMBA ATOMICA.


SEGUONO LE NOTIZIE RIPRESE DALLA STAMPA IN LINGUA PORTOGHESE , INGLESE E CON LA CONCLUSIONE IN ITALIANO.

BUONA LETTURA

La seguente parte è in lingua portoghese:

1.   EL PAIS: O DANO NA COREIA DO NORTE É QUASE COMO O DO HOLOCAUSTO(1)

O investigador especial da ONU sobre os direitos humanos na Coreia do Norte e coautor do recente relatório em que foram documentados crimes contra a humanidade, jamais pode entrar no país desde que assumiu o cargo.Marzuki Darusman (Yakarta, Indonésia, 1945) no entanto conheceu Pyongyang há 15 anos quando era parlamentar. “Estava muito limpo. Era como uma clínica”, lembra ele, de Genebra, em uma entrevista por telefone.
Pergunta. As atrocidades do regime dos Kim eram conhecidas, mas agora a ONU os acusa de piores crimes.
Resposta. Agora temos uma imagem completa do que ocorre. Antes disso, tínhamos uma imagem fragmentada. Este relatório reúne tudo: os depoimentos, os especialistas e informações de outros relatórios. É uma imagem completa de um sistema totalitário sem par no século XXI.
P. Como a comunidade internacional deve responder?
R. Deve seguir com a investigação para processar os principais responsáveis por esses crimes contra a humanidade, que se perpetraram, se perpetram e seguirão sendo perpetrados no futuro próximo. Sugerimos que o caso seja encaminhado à Corte Penal Internacional. Embora os crimes anteriores a 2002 [data de entrada em vigor do Estatuto de Roma] não possam ser julgados, isso representaria um início. Além disso, os casos de sequestro e de desaparecimento forçados não prescrevem e podem ser pesquisados até a localização da vítima.
P. Mas é provável que China, o maior grande aliado de Pyongyang, exerça seu direito de veto no Conselho de Segurança. Que ocorrerá então?
R. A China disse o encaminhado à Corte Penal Internacional não ajudará. Mas ainda fica um mês [para apresentar à Comisión de Derechos Humanos de la ONU]. A expectativa é de que Pequim vete, mas seria uma agradável surpresa se não bloqueasse isso.
P. O senhor acha que a ONU não espera mudanças imediatas enquanto sejam cometidos crimes brutais. A única saída dos norte´coreanos é fugir para a China e evitar uma expatriação?

R. Sim. Por isso mencionamos pela primeira vez a China em um relatório e instamos o país a respeitar o princípio de não repatriação para a Coreia do Norte. Hoje, a China não considera os norte-coreanos solicitantes de asilo, mas refugiados econômicos. Tratam o assunto como um caso de imigração.
P. Por que decidiram fazer audiências públicas?
R. Era essencial que fossem públicas. São histórias pavorosas, inimagináveis em termos da capacidade do ser humano e ainda infligem dano aos outros. É quase como o Holocausto. É incrível!
Ninguém pode aceitar essas violações. Este relatório nasce de histórias contadas por pessoas que viveram isso e que ficaram traumatizadas. Elas foram muito valentes de sair, de dar a cara, identificar-se e dar seus depoimentos. Também recolhemos muitíssimos depoimentos de maneira confidencial, depoimentos de gente que não queria se arriscar a represálias. Em termos da lei internacional são crimes contra a humanidade que duram muito tempo e que devem ser punidos. Não é um assunto nacional.
P. E se a comunidade internacional tomar uma atitude?
R. Estamos no auge dos esforços dos últimos dez anos. Os norte-coreanos tomaram uma hábil e bem sucedida estratégia de negar tudo porque a informação estava fragmentada. Era mais um assunto político que levava a conflitos bilaterais, com o Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos. Nunca foi um problema da comunidade internacional. Este relatório é um compêndio de todas as provas existentes. Essa é a primeira diferença: sair da via política e entrar na via judicial. Pode ser que isso não ocorra cedo. Mas é um início. Se o relatório for aceito no Conselho e aprovado por meio de uma resolução entraremos em uma nova fase em que a comunidade internacional atuará unida.

2. ESTADO DE S.PAULO: ONU ADVERTE DITADOR NORTE-COREANO QUE ELE PODE SER JULGADO POR CRIMES CONTRA A HUMANIDADE(2)

Governo rejeita acusações e acusa comissão de ser marionete de EUA, Japão e EU.
Submeter a população ao extermínio, fome e escravidão são alguns dos pontos apresentados em relatório sobre violações de direitos humanos.
GENEBRA-Há testemunhas de desertores que contaram de uma mulher forçada a afogar o próprio bebê, criança presas e privadas de comida desde o nascimento, famílias inteira torturadas pelo crime de assistir a uma telenovela estrangeira. E entre comparações com o homem dos campos de concentração nazistas, uma comissão independente do Comitê dos Direitos Humanos das Nações Unidas acusou na segunda-feira a Coreia do Norte de cometer “atrocidades indescritíveis” contra seus cidadãos.
Num longo relatório sobre crimes contra a Humanidade no país comunista, a ONU não só descreveu uma realidade de tortura e privação, onde há “uma quase total negação dos direitos de liberdade, consciência e religião”, como exigiu que os responsáveis-incluindo o ditador Kim Jong Un-respondam ao Tribunal Penal Internacional em Haia, na Holanda.
Os investigadores da ONU são juristas da Austrália, Indonésia e Sérvia que trabalham no documento desde maio de 2013. Impedidos de entrar na Coreia do Norte, eles coletaram milhões de depoimentos de refugiados e dissidentes que conseguiram deixar o país. Mas o regime de Pyongyang rebateu todas as acusações, afirmando que o relatório foi feito a partir de material falso fornecido por “forças hostis” apoiadas por Estados Unidos, Japão e União Europeia. Num comunicado de duas páginas, a delegação norte-coreana chamou a comissão de “marionete” política.

“Trata-se do instrumento de um complô político para sabotar o sistema socialista e difamar o país. A república da Coreia do Norte deixa claro mais uma vez que essas “violações dos direitos humanos” mencionadas no tal informe não existem em nosso país”, diz o texto.

COMPARAÇÃO COM O NAZISMO

As denúncias são graves. Do uso da fome deliberada à tortura em campos de prisioneiros que abrigariam de 80 mil a 120 mil pessoas, há relações de sequestros perpetrados pelo Estado, execuções públicas e doutrinação para “aterrorizar a população e mantê-la submissa”. Segundo o presidente da comissão, o australiano Michael Kirby, ainda que a Coreia do Norte não tenha cooperado com a investigação, uma cópia das conclusões foi enviada a Pyongyang de antemão, com uma carta alertando o líder norte-coreano de que ele poderia ser pessoalmente acusado pelos abusos- e denunciado à Justiça Internacional. A comissão denuncia uma “resposta internacional inadequada” diante dos crimes e pede que a comunidade internacional aceite a responsabilidade de proteger o povo da Coreia do Norte”.
- Espero que a comunidade internacional seja tocada pelos detalhes. Ao fim da Segunda Guerra Mundial, muitas pessoas diziam”ah, se nós soubéssemos das coisas erradas feitas nos países das forças hostis...” Bem, a comunidade internacional sabe agora. Não há desculpas da falta de ação porque não sabíamos. Esta é uma hora de ação-cobrou Kirby.
Em 372 páginas os investigadores chegaram perto de usar a palavra genocídio- mas não o fizeram. Há relatos de extermínio, assassinato, escravidão tortura, perseguição e estupros de acordo com raça, gênero e religião. E o estudo calcula que “centenas de milhares” de presos políticos morreram nos campos durante os 50 últimos anos, eliminados gradualmente pela fome deliberada, trabalho forçado, execuções, tortura, violações e rejeição dos direitos de reprodução por castigos, abortos forçados e infanticídios.
“Estes são meros excessos do Estado; são componentes essenciais de um sistema político que se moveu dos ideais que alegam, baseiam sua fundação”, afirma o relatório, respaldado por reprodução das técnicas de tortura empregadas pelo regime comunista.
Em outro trecho, a ONU expressa preocupação com a situação alimentar.
“O estado tem usado comida como um meio de controle da população e deliberadamente bloqueia ajuda por razões ideológicas, causando a morte de centenas de milhares de pessoa”.
A comissão da ONU só vai apresentar as conclusões oficialmente no mês que vem, quando o Conselho de Direitos Humanos vai anunciar suas recomendações. Mas as informações preliminares já causaram reações. Os EUA afirmaram que o relatório mostra “clara e inequivocamente a brutal realidade” dos abusos aos direitos humanos na Coreia do Norte. A porta-voz adjunta do Departamento de Estado, Marie Harf, destacou que Washington apoia o relatório e pediu que Pyongyang adote “medidas concretas” para melhorar a situação. A Coreia do Sul também comemorou o documento, dizendo esperar que os relatos de horror “façam despertar a consciência da comunidade internacional”. Por outro lado, a China, único aliado de Pyongyang, expressou desconforto: “Isso não ajuda a resolver a situação dos direitos humanos”, afirmou a Chancelaria chinesa em nota.

In lingua inglese:

3.(CNN)-‘ABUNDANT EVIDENCE’ OF CRIMES AGAINST HUMANITY IN NORTH KOREA,PANEL SAYS(3)

A stunning catalog of torture and the widespread abuse of even the weakest of North Koreans reveal a portrait of a brutal state “that does not have any parallel in the contemporary world”, a United Nations panel reported Monday. North Korean leaders employ murder, torture, slavery, sexual violence, mass starvation and other abuses as tool to prop up the state and terrorize “the population into submission”, the United Nations Commission of Inquiry on Human Rights (COI) in North Korea said in its report.
The commission said it would refer its findings to the  International Criminal Court (ICC) for possible prosecution. It also sent a letter warning North Korean leader Kim Jong Un that he could face prosecution for crimes against humanity, and said other options include establishing of an ad hoc tribunal by the United Nations. Even before the report’s release, China, a permanent member of the U.N. Security Council and staunch ally of North Korea, has said it would not allow human rights charges to proceed to the ICC.
The almost  yearlong investigation traced the abuses directly to the highest level of the North Korean government while simultaneously blaming world leaders for setting and their amid untold agony. The U.N. panel released its 400- pages report after hearing from more than 320 witnesses in public hearing and private interviews. North Korea is a state, it concluded, “that not content itself with ensuring the authoritarian rule of a small group of people, but seeks to dominate every aspect of its citizens” lives and terrorize them from within.”
The suffering and tears of the people of North Korea demand action, “commission Chairman Michael Kirby told reporters. The government of North Korea-also known as the Democratic People’s Republic of Korea, or DPRK-rejected the report as a ginned-up effort to undermine its government.
“It is nothing more than an instrument of political plot aimed at sabotaging the socialist system by defaming the dignified images of the DPRK and creating an atmosphere of international pressure under the pretext of “human rights protection”, the government said in a prepared statement. North Korea did not respond to requests for access to the country and information about its human rights practices, according to the commission.
China had previously stated it would not approve human rights charges on North Korea to go to the International Criminal Court. On Monday, prior to the report’s release, a Chinese Ministry of Foreign Affairs Spokeswoman Hua Chunying said,”Submitting human rights issues to the International Court of Justice won’t help improve a country’s human rights condition.” She maintained that China advocates “constructive dialogue and cooperation to resolve differences on human rights issues.”
The commission of inquiry sough access to parts of China that border North Korea during the 11-month investigation, but was denied. The commission also requested a visit to Beijing to meet relevant officials and experts on North Korea issues-a request that was also denied by China with the reasoning that based on its “position on country-specific mandate, especially on the Korean peninsula, it would not be possible to extend an invitation to the Commission,” according to the report.
In the report, the commission recommended that China abstain from forcibly repatriating North Korean who’ve escaped their country, due to the punishment they face once they are returned.
Meanwhile, the U.S. State Department expressed support for the UN report and urged North Korea “to take concrete steps-as recommended by the [Commission of Inquiry]-to improve rights situation for the North Korean people.” Since the crimes were perpetrated by state actors, only an international tribunal can properly carry out criminal investigations aimed at holding perpetrators accountable, “said Kenneth Roth, executive director at Human Rights Watch.
During the compilation of the report one witness, a survivor of a North Korean prison camp, told the commission of seeing a guard beat a nearly starving woman who had recently given birth, then force the woman to drown her baby.
Others told of being imprisoned for watching soap operas, trying to find food for their families, traveling without permission or having family members considered suspect by the government.
“Because we saw so many people die, we became so used to it,” one prison camp survivor told the commission. “I am sorry to say that we became so used to it that we didn’t feel anything.”
Kirby that he hoped the report would galvanize the world to act. “We cannot say we didn’t know,” he said.  “We now do know.”

In lingua portoghese:

4.PCP VOTA CONTRA CONDENAÇÃO DE CRIMES DO REGIME DA CORÉIA DO NORTE(4)

Discussão da deliberação no plenário da Assembleia da República de Portugal motivou críticas entre os partidos. PCP ficou esta sexta-feira isolado no voto contra uma deliberação do PSD, PS e CDS-PP a condenar os “crimes contra a humanidade perpetrados pelo regime da Coréia do Norte”, que mereceu voto favorável das restantes bancadas.
O voto de condenação refere um relatório apresentado pela ONU na semana passada “onde acusa o regime norte-coreano de cometer violações sistemáticas, duradouras e graves dos direitos humanos”. Entre estas práticas, o relatório destaca as execuções públicas, violações, torturas e outras atrocidades apelidadas de ‘indizíveis’ que têm vindo a ser perpetradas, destacam os partidos, no voto.
Com base em “testemunhas e relatos de sobreviventes e dissidentes norte-coreanos”, o relatório da ONU demonstra que a “atuação da Coreia do Norte constitui evidentemente uma ameaça séria à paz nos limites das suas próprias fronteiras, como representa ameaça à segurança regional e internacional”, refere o voto.
A deliberação propõe que a Assembleia da República se associe à Organização das Nações Unidas na “condenação dos crimes cometidos pelo regime norte-coreano contra o seu próprio povo e lamenta as vidas perdidas às mãos de um regime autocrático e repressivo”.
Todas as bancadas aprovaram o voto, à exceção da bancada do PCP, que votou contra. Numa declaração de voto, o grupo parlamentar do PCP justifica que “o relatório ainda não foi apresentado às Nações Unidas, mas já teve a sua credibilidade internacionalmente posta em causa quanto à metodologia e conclusões”. “Trata-se de um relatório elaborado a partir de quatro audições realizadas em Seoul, Tóquio, Londres e Washington, que se insere em campanha de permanente tensão e conflito com vista à desestabilização da península coreana e à justificação da presença militar norte-americana nesta região”, defendeu o PCP.
A bancada comunista frisou que o PCP defende um projecto de “liberdade, democracia, justiça e progresso social, e que é esse projecto que distancia o partido “de opões e orientações da República Democrática da Coreia [do Norte]”. O voto de condenação foi aprovado com os votos favoráveis dos proponentes , OS, PSD, CDS-PP e do BE e PEV, recolhendo os votos contra do PCP.
 O relatório em causa, divulgado no passado dia 17, foi elaborado por uma comissão de inquérito criada em maio 2013 pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. “A comissão descobriu que as violações sistemáticas, generalizadas e graves dos Direitos Humanos foram e são cometidas pela República Popular Democrática da Coreia [do Norte], e em muitos dos casos, essas violações constituem crime contra a Humanidade”, refere-se no relatório elaborado por três juristas internacionais.
O relatório foi rejeitado pela Coreia do Norte, com o ministério dos Negócios Estrangeiros a considerar que o documento “distorce a imagem real do povo coreano que goza de direitos autênticos e está salpicado de puras mentiras e falsidades”. Numa nota divulgada na semana passada, o ministério dos Negócios Estrangeiros da Coreia do Norte acrescentou que interpreta o documento como “uma provocação por motivos políticos”.

In lingua italiana:

5. CONCLUSIONI
A. L’olocausto nord-coreano appartiene ad un ciclo storico alla rovescia della storia umana sul pianeta Terra. I giudizi, le condanne e i castighi ci riportano all’era dell’Inquisizione e, più in là, al ritorno dell’uomo di Nenderthal, in una tragica storiografia a capitoli invertiti.

B. Come in casi simili, la durata del ciclo vitale e la pena del contrappasso regnano sovrani nella penisola nord coreana, territorio delle Parche e degli avvoltoi umani.

C. Cosí come negli episodi tragici vissuti dal maggiore generale canadense Romeo dell’Aire, che invano chiedeva rinforzi all’ONU, la voce dei sopravvissuti al genocidio,  di oltre un milione di persone, invoca oggi l’aiuto di un’organizzazione mondiale incapace di garantire sicurezza, pace e soccorso agli esseri umani.

D. Si è chiuso il tribunale di Nuremberg, si discutono le vicende belliche nel Tribunale Penale Internazionale dell’Aia, però sulla Terra l’uomo è rimasto nell’era dell’uomo “homini lúpus”, senza diritto ad uscire dallo stato belluino.

E. Dopo il processo al Tribunale Penale Internazionale, al quale il dittatore della Corea del Nord, forse non si presenterà, sarà egli condannato in contumácia. Se si presenterà, o verrá ivi condotto a forza, ci saranno due possibilità: sarà condannato a morte e inforcato come alcuni criminale nazisti, oppure si suiciderà, come fece Göering con la fiala di arsenico nascosta nell’ombelico.
In qualsiasi caso,però, la Corea del Nord esulterà per essere libera dalla demenza del tiranno, decreterà elezioni ed eleggerà un governo democratico.
Dai tumuli, le vittime del mostro sanguinario, esulteranno come cherubini.

NOTAS

1.    Naiara Galarraga Gortázar-EL PAIS internacional, Madri 21 fev 2014-08:12 BRT.
2.    O Estado de S.Paulo-sexta 28 fev 2014 20:45-Editorial
3.    Michael Pearson, Jason Hanna & Madison Park, North Korea’s human rights treatment, feb 18 2014-updated 11:50 GMT
(19,50 HKT).

4.    PCP vota contra condenação de crimes do regime da Coreia do Norte-Lisboa, 28 fev 2014-16:57.

martedì 4 marzo 2014

LA GUERRA CONTRO IL CANCRO


ANCHE LA MEDICINA ONCOLOGICA INIZIA FINALMENTE A FARE IL MEA CULPA.
LA STRADA SARA’ COMUNQUE ANCORA LUNGA, MA UN CAMBIO DI PARADIGMA NELL’ APPROCCIO ALLA CURA DEL CANCRO SEMBRA ORMAI INEVITABILE.
NON CI STANCHEREMO MAI DI RIPETERE CHE IL PROFITTO DELLE MULTINAZIONALI DEL FARMACO RESTA LA  PRIMA PIAGA DA ESTIRPARE.

BUONA LETTURA



 Perchè stiamo perdendo la guerra contro il cancro


D.ssa Patrizia Gentilini, medico oncologo


Nel 1971 il Presidente Nixon firmò il National Cancer Act, un ambizioso progetto con cui si delineava la strategia della  “guerra al cancro”, guerra che gli Stati Uniti erano decisi a combattere ed ovviamente a vincere. Erano gli anni in cui l’uomo era arrivato sulla luna , la fiducia nelle potenzialità della scienza era pressochè illimitata e sembrava che con poderosi finanziamenti ogni traguardo potesse essere raggiunto. Erano anche gli anni in cui prendeva corpo l’idea che il cancro fosse una malattia “genetica” e che  nascesse da una singola cellula in qualche modo “impazzita”.

Si pensava che per un “incidente  genetico” casuale  avvenissero una serie di mutazioni a carico del DNA tali da comportare una proliferazione incontrollata ed una sorta di “immortalizzazione” delle cellule figlie.
L’idea era quindi che una sorta di selezione darwiniana conferisse vantaggi in termini di sopravvivenza e capacità di metastatizzare alle  cellule figlie via via sempre  più aggressive e maligne rispetto a quelle di origine con un processo irreversibile che portava infine a morte l’organismo ospite.

Il cancro era ritenuto una malattia dell’età adulta in cui, proprio per l’aumento della speranza di vita, era sempre più probabile che insorgessero mutazioni casuali: in qualche modo il cancro era visto quasi come un  prezzo da pagare al nostro modo di vita ed in definitiva allo sviluppo.
Se l’origine del cancro risiedeva in un danno a carico del DNA era logico quindi pensare di risolvere il problema cercando di svelare tutti i segreti del genoma  e sperimentare terapie che colpissero la cellula nel suo centro vitale, il DNA appunto.

Gli investimenti che furono fatti negli USA ed in seguito anche in altri paesi del mondo occidentale furono a dir poco esorbitanti, ma, come ha scritto nel 2005 in una esemplare lettera aperta un grande oncologo  americano S. Epstein, “dopo trenta anni di reclamizzate ed ingannevoli promesse di successi, la triste realtà è infine affiorata: stiamo infatti perdendo la guerra al cancro, in un modo che può essere soltanto descritto come una sconfitta. L’incidenza dei tumori – in particolare della mammella, dei testicoli, della tiroide, nonché i mielomi e i linfomi, in particolare nei bambini – che non possono essere messi in relazione con il fumo di sigaretta, hanno raggiunto proporzioni epidemiche, ora evidenti in un uomo su due e in oltre una donna su tre”.

Queste che sembravano pessimistiche considerazioni di qualche medico isolato hanno in realtà trovato autorevoli conferme in un articolo dall’emblematico titolo “ Ripensare la guerra al cancro” comparso a dicembre 2013 nella prestigiosa rivista Lancet (www.thelancet.com). Perchè l’obiettivo non è stato raggiunto? Dove abbiamo sbagliato?
Evidentemente concentrare tutte le risorse sulla  ricerca di terapie, spesso rivelatesi inefficaci  o sulla diagnosi precoce non è stata la strada vincente.
In effetti nuove emergenti teorie sulle modalità con cui il nostro genoma si relaziona con l’ambiente ci fanno capire come anche la nostra visione del problema cancro – e non solo- sia stata estremamente riduttiva e di come quindi dobbiamo radicalmente cambiare il nostro punto di vista se solo vogliamo sperare di uscire da questo empasse.

Si è sempre pensato al genoma come a qualcosa di predestinato ed immutabile, ma le conoscenze che da oltre un decennio provengono dall’epigenetica ci dicono che le cose non stanno così. Il genoma  è qualcosa che continuamente si modella e si adatta a seconda dei segnali - fisici, chimici, biologici - con cui entra in contatto. Come una orchestra deve interpretare uno spartito musicale facendo suonare ad ogni  musicante il proprio strumento, così l’informazione contenuta nel DNA viene continuamente trascritta attraverso meccanismi biochimici che comprendono  metilazione, micro RNA, assetto istonico che vanno appunto sotto il nome di  epigenoma.  L’epigenetica ci ha svelato che è l’ambiente che “modella” ciò che  siamo, nel bene e nel male, nella salute e nella malattia....

L’origine del cancro non risiede quindi solo in una mutazione casualmente insorta nel DNA di una qualche nostra cellula, ma anche in centinaia di migliaia di modificazioni epigenetiche indotte dalla miriade di agenti fisici e sostanze chimiche tossiche e pericolose con cui veniamo in contatto ancor prima di nascere e che alla fine  finiscono per danneggiare in modo irreversibile lo stesso DNA.
L’articolo di Lancet  sostiene che  per vincere la guerra contro il cancro abbiamo bisogno di una nuova e diversa visione del campo di battaglia: per coloro che da decenni si battono per una riduzione  dell’esposizione delle popolazioni agli agenti inquinanti e cancerogeni questa nuova visione del problema ha un unico nome: Prevenzione Primaria che non può essere ridotta solo alle indicazioni riguardanti gli “stili di vita”, ma che deve intervenire energicamente sulla tutela degli ambienti di vita e di lavoro, come ci indicano drammaticamente anche i dati recenti della cronaca italiana!

http://www.disinformazione.it/guerra_cancro.htm

sabato 1 marzo 2014

LA CONTROVERSIA DEI BUCHI NERI




del Dott. MIGUEL LUNETTA

João Pessoa,  27 febbraio 2014

RIASSUNTO
Due paginette a firma di Stephen Hawking pubblicate su arXiv.org e commentate su Nature, senza alcuna formula matematica, riportando la frase “There are no black holes’ hanno galvanizzato l’attenzione dell’opinione pubblica.
I buchi neri sembravano un argomento di astrofisica ormai consolidato  e corroborato dallo stesso Hawking che sin dal principio ne fu il mentore, insieme ad altri scienziati. Ora l’argomento torna alla ribalta dietro una cortina di dubbi, incognite e sorprese.
Nel presente studio ricapitoliamo gli aspetti salienti della vicenda e, senza apparente coinvolgimento, riportiamo una breve rassegna del pensiero della comunità scientifica internazionale e la nostra modesta opinione.

1.   DEFINIZIONE DI BUCO NERO(1)
Nella relatività generale si definisce buco nero una regione dello spazio tempo con un campo gravitazionale così forte che nulla dal suo interno può sfuggire verso l’esterno.
Oggetti i cui campi gravitazionali sono così forti che permettono alla luce di fuggire sono stati teorizzati nel 18° secolo da John Michell e Pierre-Simon Laplace. La prima soluzione moderna della relatività generale, che avrebbe caratterizzato un buco nero, è stata trovata da Karl Shwarzschild nel 1916. A lungo considerata una curiosità matematica, risale agli anni ’60 la dimostrazione teorica che i buchi neri erano una previsione generica della relatività generale.
  Nel 1915 Albert Einstein sviluppò la sua teoria della relatività generale,  avendo in precedenza dimostrato che la forza gravitazionale influenza la luce. Pochi mesi dopo Schwarzschild trovò una soluzione per le equazioni di campo di Einstein che descrive  il campo gravitazionale di un punto materiale e di una massa sferica.
Johannes Droste approfondì le proprietà di questa soluzione la quale ebbe una strana influenza nel cosiddetto raggio di Shwartzschild. Nel 1924, Arthur Eddington dimostrò che la singolarità cessava di esistere con una variazione di coordinate.
Nel 1931, Subrahmanyan Chandrasekhar dimostrò, utilizzando la relatività speciale, che un campo non rotante di elettroni-materia degenerata, al disopra di un certo limite di massa non há soluzioni stabili. Nel 1939, Robert Oppenheimer ed altri predissero che le stelle di neutroni con massa pari a circa tre volte il Sole (il limite di Tolman-Oppenheimer-Volkoff) sarebbero collassate in buchi neri. Tali stelle collassate vengono chiamate “stelle congelate”, perchè un osservatore esterno vede la superficie della stella congelata , nel momento stesso in cui il suo collasso raggiunge l’interno del raggio di Schwarzschild.
La soluzione di Schwarzschild implica l’esistenza di un confine ideale, detto orizzonte degli eventi, caratterizzato dal fatto che qualunque cosa lo oltrepassi, attratta dal campo gravitazionale, non sarà più in grado di tornare indietro, poichè neppure la luce riesce ad attraversare questo confine. La regione interna dell’orizzonte si comporta a tutti gli effetti come un buco nero.

2.   PROPRIETÀ FISICHE
I buchi neri più semplici hanno una massa, ma non carica elettrica nè momento angolare. I buchi neri carichi sono descritti dalla metrica di Reissner-Nordström, mentre la metrica di Kerr descrive un buco nero rotante. La soluzione più generale di un buco nero stazionario conosciuta è la metrica di Kerr-Newmann, che descrive un buco nero sia con carica che momento angolare.
Mentre la carica di un buco nero può assumere qualsiasi valore positivo, la carica e il momento angolare sono vincolati dalla massa in unità di Planck, la carica elettrica totale Q e il momento angolare J sono tenuti a soddisfare:
Q2+(J/M)2≤M2
per un buco nero di massa M. I buchi neri che soddisfano questa disuguaglianza sono detti estremali.
A causa della grande forza elettromagnetica, i buchi neri formatisi dal collasso di stelle sono tenuti a mantenere la carica quasi neutra della stella. I buchi neri sono comunemente classificati in base alla loro massa, indipendentemente del momento angolare J o carica elettrica Q. La dimensione di un buco nero, come determinata dal raggio dell’orizzonte degli eventi, o raggio di Schwarzschild, è approssimatamente proporzionale alla massa M tramite:
rsh = (2GM/c2) ≈2.95(M/MSole)Km.
Questa relazione è esatta solo per I buchi neri con carica e momento angolare nulli, mentre per I buchi neri più generali può variare fino a un fattore di 2.

3.   ORIZZONTE DEGLI EVENTI
La caratteristica distintiva di un buco nero è la comparsa di un orizzonte degli eventi, un confine spazio-temporale attraverso il quale la materia e la luce possono passare solo verso l’interno del buco nero. Nulla, nemmeno la luce, può sfuggire dall’orizzonte degli eventi. L’orizzonte degli eventi è indicato come tale, perchè se un evento si verifica entro i suoi confini le informazioni da tale evento non possono raggiungere un osservatore esterno, rendendo impossibile determinare se si sia effettivamente verificato.
La presenza di una massa deforma lo spazio-tempo in modo tale che i percorsi seguenti delle particelle piegano verso la massa del buco. All’orizzonte di un buco nero, questa deformazione diventa così forte che non esistono percorsi per sfuggire al buco nero. Per un osservatore distante, un orologio vicino a un buco nero sembra ticchettare più lentamente rispetto a quelli più lontani dal buco nero. Un oggetto che cade in un buco nero sembra rallentare come si avvicina l’orizzonte degli eventi, impiegando un tempo infinito per raggiungerlo.

4.   SINGOLARITÀ
Al centro di un buco nero si trova una singolarità gravitazionale, una regione in cui la curvatura dello spazio diventa infinita. Per un buco nero non rotante, questa regione prende la forma di un unico punto, mentre per un buco nero rotante viene spalmato per formare una singolarità ad anello giacente nel piano di rotazione. In entrambi i casi, la regione singolare ha volume pari a zero. Si può dimostrare che la regione singolare contiene tutta la massa del buco nero, assumendo densità infinita.

5.   ERGOSFERA
L’ergosfera è uno sferoide ablato al di fuori dell’orizzonte degli eventi dove gli oggetti non possono rimanere fermi. Questo è il risultato di un processo noto come effetto di trascinamento. Qualsiasi oggetto vicino alla massa rotante tenderà a “trascinare” in tutto lo spazio-tempo limitrofo e circostante. Gli oggetti e le radiazioni normalmente possono sfuggire dall’ergosfera. Attraverso il processo di Penrose(2), gli oggetti possono emergere dalla ergosfera con energia maggiore di quella d’entrata. Questa energia viene prelevata dall’ energia di rotazione del buco nero, facendolo rallentare.

6.   COLLASSO GRAVITAZIONALE
In una stella, al termine del proprio ciclo vitale, dopo aver consumato tramite fusione nucleare il 90% dell’idrogeno trasformandolo in elio, si arrestano le reazioni nucleari. La forza gravitazionale, che prima era in equilibrio con la pressione generata dalle reazioni di fusione nucleare, successivamente prevale e comprime la massa della stella verso il suo centro.
Quando la densità diventa sufficientemente elevata può innescarsi la fusione nucleare dell’elio, in seguito alla quale c’è la produzione di litio, azoto e altri elementi (fino all’ossigeno e al silício). Durante questa fase la stella si espande e si contrae violentemente più volte espellendo parte della propria massa. Le stelle più piccole si fermano ad un certo punto della catena e si spengono, raffreddandosi e contraendosi lentamente, attraverso lo stadio di nana bianca e nel corso di molti milioni di anni diventano una sorta di gigantesco pianeta. In questo stadio la forza gravitazionale è bilanciata da un fenomeno quantistico, detto pressione di degenerazione, legato al principio di esclusione di Pauli(3). Per le nane bianche la pressione di degenerazione è presente tra gli elettroni.
Se invece il nucleo della stella supera una massa critica, detta limite di Chandrasekhar e pari a 1,44 volte la massa solare, le reazioni possono arrivare fino alla sintesi del ferro. La reazione che sintetizza il ferro per la formazione di elementi più pesanti è endotermica, richiede energia invece di emetterne, quindi il nucleo della stella diventa una massa inerte di ferro e, non presentando più reazioni nucleari, non c’è più nulla in grado di opporsi al collasso gravitazionale. A questo punto la stella subisce una contrazione fortissima che fa entrare in gioco la pressione di degenerazione tra i componenti dei nuclei atomici. La pressione di degenerazione arresta bruscamente il processo di contrazione, ma in questo caso può provocare una gigantesca esplosione, detta esplosione di supernova di tipo II.

7.   BUCHI NERI PRIMORDIALI
Il collasso gravitazionale richiede una grande densità. Al momento nell’universo queste alte densità si trovano solo nelle stelle, ma nell’universo primordiale, poco dopo il Big Bang(4) le densità erano più elevate e ciò probabilmente permise la creazione di buchi neri. Tuttavia la sola alta densità non è sufficiente a consentire la formazione di buchi neri poichè una distribuzione di massa uniforme non consente alla massa di convergere. Affinchè si formino buchi neri primordiali, sono necessarie delle perturbazioni di densità che possano poi crescere grazie alla loro stessa gravità. Molti prevedono la formazione di buchi neri, che vanno da una massa di Planck(5) a centinaia di migliaia masse solari. I buchi neri primordiali potrebbero così spiegare la creazione di qualsiasi tipo di buco nero.

8.   FENOMENOLOGIA DEI BUCHI NERI
In realtà un buco nero non è del tutto nero: esso emette particelle, in quantità inversamente proporzionale alla sua massa, portando ad una sorta di evaporazione. Questo fenomeno, dimostrato per la prima volta dal fisico Stephen Hawking nel 1974, è noto come radiazione di Hawking(6) ed è alla base della termodinamica dei buchi neri. Alcune sue osservazioni sull’orizzonte degli eventi dei buchi neri, inoltre, hanno portato alla formulazione del principio olografico. Esiste una simulazione, effettuata al computer da alcuni ricercatori sulla base di osservazioni, che mostra l’incontro di una stella simile al Sole con un buco nero supermassivo, dove la stella viene “triturata” e mentre alcuni detriti stellari “cadono” nel buco nero, altri vengono espulsi nello spazio a velocità elevata.
Al contrario degli oggetti dotati di massa, i fotoni non vengono rallentati o accelerati dal campo gravitazionale del buco nero, ma subiscono un fortissimo spostamento verso il rosso (in uscita) o verso il blu (in entrata). Un fotone che nascesse esattamente sull’orizzonte degli eventi, diretto verso l’esterno del buco nero, subirebbe un tale spostamento verso il rosso da allungare all’infinito la sua lunghezza d’onda (la sua energia diventerebbe quindi pari a zero).
A tutt’oggi non è possibile conoscere lo stato della materia interna di un buco nero, le leggi stesse che regolano la fisica all’esterno dell’orizzonte degli eventi perdono validità in prossimità del buco nero.
Uno degli oggetti nella Via Lattea candidati ad essere un buco nero è una sorgente di raggi X chiamata CYgnus X-1. Viene ipotizzato che enormi buchi neri (o di massa pari a milioni di volte quella del Sole) esistono al centro delle galassie come nella nostra e nella galassia di Andromeda. Si parla in questo caso di buchi neri supermassicci. La cui esistenza può essere verificata in modo indiretto grazie al loro intenso campo gravitazionale. Nel nucleo centrale della nostra galassia, in particolare, si osserva l’esistenza di una sorgente radio compatta-nota come Sagittarius(7) A*- la cui alta densità è compatibile solo con l’ipotesi che si tratti di un buco nero.
Attualmente si pensa che tutte le galassie abbiano di norma un buco nero supermassiccio nel loro nucleo, ciò permette di spiegare la forte emissione di energia delle galassie attive, dovuta alla trasformazione dell’energia gravitazionale contenuta in un disco di accrescimento di gas sul buco nero.

9.   STELLE NERE
Alcuni scienziati hanno messo in dubbio l’esistenza dei buchi neri come sono attualmente definiti e hanno ipotizzato che i corpi celesti identificati attualmente come buchi neri, solo osservati indirettamente, siano in realtà “stelle nere” prive degli orizzonti degli eventi. <> Tali scienziati hanno visto come la definizione attuale di buco nero provochi alcuni paradossi: uno di questi è quello della perdita di informazioni. Questo paradosso consiste nel fatto che un buco nero, che contiene al suo interno un’enorme quantità di informazioni, evapori emettendo la radiazione di Hawking, che tuttavia non porta con se nessuna informazione. Di conseguenza, durante l’evaporazione del buco nero, le informazioni contenute in esso svaniscono nel nulla. Questa perdita di informazioni contraddice una proprietà fondamentale della meccanica quantistica, l’unitarietà, secondo cui nessuna informazione può essere distrutta e costituisce il cosiddetto paradosso dell’informazione dei buchi neri. Recentemente lo stesso Hawking ha pubblicato un articolo secondo cui le perturbazioni quantistiche in prossimità dell’orizzonte degli eventi permettono alla radiazione ad egli intitolata, di trasportare informazione (non essendo quindi prettamente termica) e grazie al principio di corrispondenza AdS/CFT l’informazione venga comunque conservata.

10.    PRINCIPIO OLOGRAFICO
Nel 1972, lo scienziato e astronomo Jacob Bekenstein(8) si domandò cosa accade a un oggetto con entropia, ad esempio un gas caldo, quando varca l’orizzonte degli eventi, se essa scomparisse ciò comporterebbe una violazione del secondo principio della termodinamica, in quanto il contenuto aleatorio del gas scomparirebbe una volta assorbito dal buco nero. La seconda legge può essere salvaguardata solo se si considerano i buchi neri come oggetti aleatori con una enorme entropia, il cui incremento compensi abbondantemente l’entropia contenuta nel gas risucchiato. Il principio olografico trae origine dai calcoli effettuati sulla termodinamica dei buchi neri, che implicano che l’entropia massima possibile contenuta in una regione sia proporzionale alla superficie che racchiude  la regione, non al suo volume, come ci si aspetterebbe (ovvero al quadrato del raggio, non al cubo). Nel caso specifico del buco nero, la teoria comporta che il contenuto informatico caduto nel buco nero sia interamente contenuto nelle fluttuazioni superficiali dell’orizzonte degli eventi.
Nel 1981 il fisico Stephen Hawking sollevò il paradosso informativo dovuto all’entropia e conseguente evaporazione dei buchi neri, da lui stesso calcolata per altra via a partire dalle fluttuazioni quantistiche appena sopra dell’orizzonte degli eventi, attraverso essa, sempre secondo Hawking, sarebbe scomparsa l’informazione intrappolata dall’orizzonte.
Nel 1993 il físico Leonard Susskind(9) propose una soluzione del paradosso basata sul Principio della Complementarietà (accentuato dalla fisica quantistica), per cui il gas in caduta entrerebbe “o” non entrerebbe dentro l’orizzonte, a seconda del punto di vista: da un punto di vista esterno un osservatore vedrebbe le stringhe ovvero i componenti più elementari del gas, allungare le loro spire fino ad abbracciare la superficie dell’orizzonte degli eventi, dove si manterrebbe tutta l’informazione senza alcuna perdita per l’esterno, nemmeno in conseguenza della successiva evaporazione, mentre, per un osservatore che seguisse il gas in caduta l’attraversamento dell’orizzonte avverrebbe, e avverrebbe senza particolari fenomeni di soglia, in conformità al principio relativistico (primo postulato della relatività ristretta), verso la singolarità. Il principio olografico risolverebbe dunque il paradosso informativo, nel contesto della teoria delle stringhe.

11.    PARZIALE SMENTITA SUI BUCHI NERI
Stephen Hawking in una ricerca pubblicata    su arXiv.org e commentata suNature(10) ha sottolineato la frase “there are no black holes”. Quello che il fisico britannico propone non è di mettere in discussione l’esistenza stessa dei buchi neri, ma piuttosto di iniziare a pensare che possano comportarsi in maniera diversa da quello che credevamo. O, meglio ancora, di continuare a cercare di capire in che modo si comportino. Quello che Hawking propone sono, banalizzando, buchi neri con caratteristiche nuove, ri-battezzati scherzosamente da qualcuno, per l’appunto, buchi grigi. Con il suo articolo su Nature, Hawking propone che non esistano ne firewall ne orizzonti degli eventi, ma piuttosto orizzonti apparenti dominati da processi caotici, regioni turbolente ma non nette, dai quali l’informazione riuscirebbe in qualche modo a riemergere. Hawking non si avventura oltre, e le dinamiche di questi processi non sono chiare, ne specificate nell’articolo.
“Sembra quasi che Hawking abbia sostituito il firewall con un caos-wall” ha detto Joseph Polchinski(12), che dei firewall è uno degli “inventori”.
Secondo Seth Lloyd(13), del Massachusetts Institute of Technology, l’idea di Hawking è un buon modo per evitare I firewall, ma è anche una soluzione che non affronta di petto I problemi che I firewall stessi sollevano.
“Vorrei mettere in guardia contro ogni credenza che Hawking abbia messo a punto una nuova chiara soluzione per rispondere a tutte le domande riguardanti i buchi neri”, ha dichiarato Sean Carroll(14), fisico teorico presso il California Institute of Technology. “Questi problemi sono ben lungi dall’essere risolti”. Carroll si aspetta però a breve novità dallo stesso Hawking: “È probabile che abbia in mente un argomento migliore che non ha ancora buttato giù sulla carta”.
Il fisico teorico Leonard Susskind(15) sembra pronto a scrivere un nuovo capitolo del suo libro di successo La guerra dei buchi neri, in cui sfidava apertamente Hawking riguardo alle questioni della perdita di informazione quantistica nella radiazione del buco nero. Susskind ribadisce infatti di stare da tempo lavorando a un’altra soluzione per gli enigmi e le controversie alla base dei firewall, una soluzione che preveda l’utilizzo dei wormholes, scorciatoie che potrebbero in teoria collegare punti distante nello spazio e nel tempo.
Ma, in concreto, cosa cambiare dopo l’articolo di Hawking? Sul piano pratico davvero poco, nonostante l’enfasi con cui la notizia è stata accolta. Gli astronomi non saranno in grado di rilevare alcuna differenza nel comportamento dei buchi neri rispetto a ciò che hanno già osservato fino a oggi.
Il fisico teorico Don Page(16) dell’Università di Alberta, in Canada, sottolinea che non ci sarà modo di trovare riscontri concreti a sostegno dell’idea di Hawking in un futuro immediato. Tuttavia, la nuova proposta di Hawking potrebbe, secondo Page, “portare a una teoria più completa della gravità quantistica, che permetta previsioni verificabili”.

12.  CONCLUSIONI
A.           Nel suo articolo su Nature Stephen Hawking non propone di mettere in discussione l’esistenza stessa dei buchi neri, ma piuttosto di iniziare a pensare che essi possano comportarsi in maniera diversa da quello che credevamo. O, meglio ancora, di continuare a cercare di capire in che modo si comportino.
B.            Nel 1993 il físico Leonard Susskind, a riguardo del paradosso informativo, dovuto all’entropia e conseguente evaporazione dei buchi neri, propose una soluzione del paradosso basata nel principio di complementarità. Il principio olografico risolverebbe il paradosso informativo nel contesto della teoria delle stringhe.
C.            Joseph Polchinski ha detto che Hawking sembra avere sostituito il firewall con un caos-wall.
D.           Seth Lloyd mette in guardia sul dubbio che Hawking abbia coniato una nuova chiara soluzione per rispondere a tutte le domande riguardanti I buchi neri.
E.            Sean Carroll sostiene la probabilità che Hawking stia escogitando qualche novità che non ha ancora dichiarato.
F.             Don Page accenna alla possibilità che in un futuro immediato Hawking si stia avviando alla formulazione di una teoria più completa della gravità quantistica, che permetta previsioni verificabili.
G.           Da nostra parte, riflettendo sulle frammentarie dichiarazioni di Stephen Hawking e sulle accennate ponderazioni dei suddetti fisici, accettiamo con relativo ottimismo la possibilità in un futuro prossimo, incerto ma inevitabile, che l’orizzonte della conoscenza sui buchi neri e sull’insieme dell’universo fisico si allarghi sempre più e, soprattutto, sia sempre più avvalorato da quel concetto di creazionismo che Hawking, nel suo radicale ateismo, ancora per il momento esclude categoricamente.
&  &  &  &

NOTE DI RIFERIMENTO
1.Buco nero, Wikipedia, l’enciclopedia libera, 24 febb.2014, p.1.
2.Processo di Penrose, Wikipedia, l’enciclopedia libera, 2 ott.2013, p.1.
3.Mauro Cappelli, principio d’esclusione di Pauli-Enciclopedia della Scienza e della Tecnica, 2008, p.1.
4.Big Bang, Wikipedia, a Enciclopedia livre, 25 fev. 2014, p. 1.
5.Massa di Planck, Wikipedia, l’enciclopedia libera, 8 mar. 2013, p.1.
6.Radiazione di Hawking, Wikipedia, l’Enciclopedia libera, 11 febb.2014,p.1.
7.Sagittarius A*- Wikipedia the free Encyclopedia, 24 Feb.2014. p. 1.
8.Jacob David Bekenstein, Universo Holográfico, 15 out. 2003, p.1.
9.Leonard Susskind-Soluz. Basata sul Princ. Della complemenarità-Wikipedia, l’encicl.libera-15 Sett. 1994-p.1.
10.Stephen Hawking, there are no blackholes-26 feb 2014.The Independent
11.Stephen Hawking, Non ci sono buchi neri-2 feb 2014-Scienza e Tecnologia, p.1.
12.Joseph Polchinski, Hawking ha sostituito firewall con caoswall, National Geografic Italia, 29 genn 2014, p.2.
13.Seth Lloyd, l’idea di Hawking è una soluzione che non resolve i proble-
mi dei firewall, Ufo on line-31 genn 2014-p.2.
14.Jean Carroll-Caltech-Problemi lungi dall’essere risolti-
15.Leonard Susskind-La Guerra dei buchi neri-29 genn 2014.
16. Done Page- Una teoria più completa della gravtità quantistica-29-01-2014.

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lunedì 24 febbraio 2014

PERCHE' GLI "OGM" SONO INUTILI E DANNOSI?


da: http://www.disinformazione.it/trasferimento_genico_orizzontale.htm

Abbiamo fatto al prof. Pietro Perrino (Dirigente di Ricerca del CNR) la seguente domanda: perché NO agli OGM?

Perrino: Si può rispondere in poche parole: gli OGM sono inutili e dannosi. 
Inutili perché, come dimostrano i dati, non è vero che gli OGM producono più delle colture convenzionali (biologiche e non) e quindi non è vero che sono necessari per sfamare il mondo.
Dannosi perché, come ampiamente dimostrato dalla letteratura (deliberatamente ignorata o elusa), determinano disturbi fisiologici e neoplasie negli animali alimentati con cibi transgenici (OGM), senza parlare della diffusione della resistenza agli antibiotici, in quanto il DNA transgenico reca con se DNA resistente agli antibiotici, che i produttori di OGM sono costretti ad inserire per riconoscere, in laboratorio, le cellule realmente trasformate, cioè quelle resistenti all'antibiotico. 
Senza questo marcatore non riuscirebbero ad individuare le poche cellule trasformate, su milioni di cellule trattate. Certo è duro accettare il fatto che istituzioni come la FDA (Food and Drug Administration) e l'EFSA (European and Food Security Administration), create per sorvegliare sulla sicurezza alimentare spesso e volentieri approvano l'introduzione, la coltivazione e l'uso degli OGM. 
E così continuano i balletti tra queste istituzioni, le multinazionali, il Parlamento Europeo, la Commissione Europea, i governi o ministeri degli Stati membri e le Regioni all'interno di questi ultimi. 
La musica che permette questi balletti, che ormai durano da qualche decennio, è prodotta da strumenti (direttive, norme. ecc..) creati ad arte dal Parlamento Europeo in collaborazione con le multinazionali, la FDA, l'EFSA, e così via. Vien da dire che loro se la suonano e loro se la cantano, ma spesso riescono a spuntarcela. 
Spesso colgono l'obiettivo. Infatti, alcuni Stati membri e qualche Regione, come il Friuli Venezia Giulia, coltivano qualche OGM, senza dire che soia e mais transgenici sono utilizzati come foraggi (importati) in quasi tutti gli Stati membri. 
Questo significa che il DNA transgenico contenuto nei prodotti animali arriva anche nel corpo di umani che mangiano tali prodotti. 
E' un vero problema di sanità pubblica, ignorato anche dai Ministeri che dovrebbero occuparsi della nostra salute. 
Ciò premesso, la domanda diventa: fino a quando questi balletti continueranno? O fino a quando continueranno ad avvelenarci? 
Possiamo solo sperare in una grande rivoluzione culturale. Qualsiasi altra rivoluzione potrebbe funzionare, ma a quale costo? 
Purtroppo la prima richiede tempi lunghi. Ma non è o non può essere un pretesto per smettere di lottare.

Continua…

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martedì 18 febbraio 2014

CINA: LION CITY, LA CITTA' SOMMERSA


di: DOTT GIUSEPPE COTELLESSA (ENEA)


Il lago di Qiandao è un lago artificiale nella contea di Chun’an, in Cina. Gli archeologi hanno ri-scoperto nelle acque di questo lago le rovine di un’antica città dimenticata. La città, chiamata “Lion City”, si trova tra i 26 ed i 40 metri di profondità. Anticamente era abitata da circa 290.000 persone ed è stato un centro attivo per oltre 1.300 anni. L’area è stata coperta dalle acque nel 1959, quando è stata inaugurata la centrale idroelettrica sul fiume Xin’an.

Guardiamo insieme queste stupende immagini che ci riportano indietro nel tempo.







 IL VIDEO: